Quando todos voltam ao seu doce lar
eles saem para o seu serviço nocturno
são horas traiçoeiras para se trabalhar
e todos sabem quão duro é esse turno.
Guardiões da noite, sempre de vigia
deixaram para trás a família a dormir
só voltam para casa ao nascer do dia
a tranquilidade de todos vão garantir.
Vizinhos desavindo e maridos violentos
bêbados, proxenetas, gatunos e burlões,
durante a noite devem estar mais atentos
no meio da penumbra é que atacam vilões.
Eles saem de casa e não sabem se voltam
vão dispostos a dar vida perante o perigo
pela nossa segurança são eles que zelam
Policias são precisos, sou eu que o digo.
José Couto
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Chuva no telhado
Cai a chuva no telhado,
bate forte na minha janela
o chão está todo molhado
a água escorre pela viela.
O vento lá fora sopra forte
faz um assobio junto à porta
é uma tempestade do Norte
e este frio não se suporta.
Um raio de luz rasga o céu
logo seguido de um trovão
as nuvens formam um véu
que cobre toda a imensidão.
Cai a chuva no telhado,
descanso sentado à lareira
fico em casa agasalhado
ficava assim a vida inteira.
José Couto
bate forte na minha janela
o chão está todo molhado
a água escorre pela viela.
O vento lá fora sopra forte
faz um assobio junto à porta
é uma tempestade do Norte
e este frio não se suporta.
Um raio de luz rasga o céu
logo seguido de um trovão
as nuvens formam um véu
que cobre toda a imensidão.
Cai a chuva no telhado,
descanso sentado à lareira
fico em casa agasalhado
ficava assim a vida inteira.
José Couto
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