
Fico à espera, não sei de quê,
talvez que me bata à porta
que me pergunte um porquê
juro, não darei resposta torta.
Fico à espera não sei de quem,
talvez de um tal desconhecido
que me pergunte por alguém
juro, não ficará arrependido.
Fico à espera, não sei como,
talvez eu até fique cansado
que me pergunte qual o rumo
juro, não ficará desorientado.
Fico à espera não sei quando,
talvez um dia a resposta virá
que me pergunte como ando
juro, sem resposta não ficará.
José Couto
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixe aqui o seu comentário.